O Festival da Canção, tanto a nível nacional como internacional, já nos habituou a várias coisas estranhas e incompreensíveis. É mais forte do que eu, não consigo não comentar o deste ano. Como, infelizmente, várias coisas em Portugal, também a nós chegaram os ventos pós-Lordi. Há dois anos foi a febre da renda e do cabedal, do suposto hard rock e metal (mas que apesar do look dark dos intérpretes, eram na verdade musiquinhas pop) na Europa. Agora foi a vez do nosso festival.
Sim, a Nucha. A Nucha gótica. Esta Nucha, a Nucha cuja maioria dos discos foi editada pela Ovação ou Vidisco. Mas ela virou-se para o Dark Side? Não, apeteceu-lhe. Segundo fontes pseudo-credíveis, o novo albúm são baladas e sonoridade pop/rock, seja o que isso for...
Adoro o pormenor de usar o mesmo puxo que nos seus tempos pimba.
Ah! A prestação da piquena Lucy também foi bastante, digamos, peculiar. Entre a letra, o visual épico e os berros tribais, enfim, veja o diabo e escolha o que a torna mais "especial" (quando digo especial quero dizer esquisita).
Admiro a coragem para ficar mais de... um minuto em frente ao televisor a ver o Festival da Canção, pelo que o comentário até vai ser breve: FICASTE MAIS QUE UM MINUTO A ASSISTIR AO FESTIVAL DA CANÇÃO?!?
ResponderEliminarEu nem sequer tenho televisão. Já não sei como fui parar a um blogue que falava sobre o Festival da Canção e pronto abriu-me a curiosidade e youtubei a coisa. Tecnicamente, vi mais do que um minuto do FC pois vi parte deste belo primor e do primor com a Lucy.
ResponderEliminarÉ preciso referir que a vocalista dos vencedores é minha companheira de copos em Sacavém já de há muitos anos :) Desejo-lhes muita sorte pra performance Europeia!
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