domingo, 11 de janeiro de 2009

O primeiro dia

Graças a esse fenómeno fantástico conhecido por jet-lag, mesmo estoirada acordei às 5 da manhã. Às 7 já não aguentava mais e levantei-me. Finalmente tive a oportunidade de ver a vista da minha janela:


Ainda não tenho muitas fotos porque entretanto apercebi-me que deixei o cartão de memória em Lisboa... Mas espero comprar um novo hoje.

Desfiz as malas, arrumei tudo e depois saí para dar uma volta. Andar em chão gelado é, de facto, uma aventura. Passo a vida a quase cair. Torna-se muito cansativo andar porque tens de estar sempre a olhar para o chão (ok, eu tenho). E depois começaram as coisas a correr mal: os multibancos que encontrei não aceitavam visa, fiquei sem dinheiro no telemóvel e esqueci-me do código do outro cartão. Murphy no seu melhor!

Voltei para casa, ao menos sabia que o Binoy estava lá e podia pedir para usar o computador dele (sim, porque os internet cafés custam dinheiro, coisa que eu não tinha - o que tinha a mais pagou o taxi para casa e a refeição do dia anterior). O meu anjo da guarda, aka Artur, apesar de não poder ir ter comigo indicou-me um banco onde poderia ir para ver se me ajudavam.

E assim foi. Fui ao CIBC, um banco canadiano, para ver se abria uma conta e acabava com stresses dos cartões portugueses funcionarem. E aí senhores, aquilo foi serviço. O cartão é dado na hora, não preenchi 3 metros de burocracia, os funcionários foram do mais simpático que há. Só tenho que tratar da transferência e pronto, cartões portugueses ficam em casa.

Depois, fui à McGill University para fazer umas cópias de documentos, passei livraria e pronto, não resisti, lá tive que comprar o livro que já tinha pensado que seria o meu primeiro gasto pessoal. Metade já foi :P

Isto foi mais ou menos o que andei:


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