domingo, 8 de fevereiro de 2009

Cocktail e Saída à noite

Voltando à distante semana de 25 a 31 de Janeiro, nessa quinta-feira foi a sessão de apresentação do CIRST aos seus estudantes. Estava bastante gente e foi giro ver que tanta gente faz tanta coisa diferente. Como é um centro verdadeiramente multidisciplinar, se há pessoas que estudam micróbios, também há pessoas a estudar o papel do conceito de evolução.

Em seguida, foi o cocktail de início do ano e também a festa de despedida da antiga secretária (que saiu este mês). Esta festa tem uma história engraçada. Aparentemente, em Dezembro passado, mesmo no dia da festa de Natal do CIRST, houve uma ameaça de bomba na UQAM (mais tarde veio a saber-se que tinha sido feita por um estudante da MacGill, universidade anglófona onde anda o Binoy). Foram todos evacuados pela polícia e a festa foi involuntariamente terminada. Como o próprio director do centro disse: "bem, já tínhamos gasto o dinheiro em vinho, não se podia desperdiçar!", logo este cocktail. Estive em amena cavaqueira com várias pessoas, entre elas com a Claudia, colega que começou recentemente lá o mestrado e que esteve em Portugal o ano passado a fazer o passeio do Douro. A meio da converseta convidou-me para a festa de anos dela no sábado!

Sexta fui a um "jantar de família" do Binoy e dos amigos, que é mais ou menos um dos nossos jantares de gajas, só que sem restrições de género. Muito simpático, calminho, mas eu estava podre e fui cedo para casa. Sábado, após cortar a bela trunfa, lá fui à festa de anos da Claudia. O rendez-vous foi no Burgundy Lion, em Notre Dame, mais perto da zona antiga de Montreal. O que foi fixe porque saí da minha comfort zone :P

O bar era uma espécie de English Pub. A cerveja era obscenamente cara para os nossos padrões (7 dólares a pint), quer dizer, para os meus padrões (de repente apercebi-me que 5 euros por uma pint num Irish Pub não é assim tão caro...), mas experimentei duas e eram muito boas: a Blanche De Chambly e Burgundy Lion Ale, a primeira Québecoise e a segunda do próprio bar (há alguns bares com destilarias próprias). E a música meus caros, indy e anos 80 :P Pois que ouvi depeche mode, pois que ouvi cure, estava-se mesmo bem! Nessa noite falei a maravilhosa quantia de 5 línguas: francês com os Québecois, inglês quando estava cansada, espanhol com uns amigos mexicanos da Claudia, português com o namorado da Claudia (mexicano mas que sabe português) e alemão com a mexicana, bem só porque sim! Foi uma noite muito porreira. Não foi como o nosso rock, mas foi uma óptima primeira saída a um bar.

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