Não tem nada a ver com a vida em Montréal (ou se calhar tem muito), mas recentemente falava com a Mélanie sobre a série "Era uma vez a vida." Já nos idos da década de 1980 que a globalização televisiva se fazia sentir e neste caso, muito muito felizmente, isso implicou que esta série se tornasse num caso de sucesso em múltiplos países de múltiplas línguas.
Descobri hoje que o autor, Albert Barillé morreu há poucos dias, dia 11 de Fevereiro de 2009. Espero que ele soubesse o quanto essa série (e as da família, o Era uma vez o Espaço, por exemplo) foi importante para as crianças da época. Espero que continue a ser, bem sei que se um dia umas pobres crianças tiverem o azar de eu lhes calhar como mãe, vão ter que levar com esta série de certeza.
Entretanto, aqui fica para matar saudades:
Ficam também as palavras de Barillé, extraordinariamente sábias e que todos os "crescidos" deviam recordar com mais frequência:
Donner à nos enfants le désir de savoir, éveiller leur curiosité. Les traiter aussi en personnes à part entière, qui comprennent bien plus que ne le croient les adultes.
Vous les fortifierez ainsi et ils vous en sauront gré.
Já estou em missão imparável para gravar todos os episódios! La vie, la vie, la la la la la la la la
ResponderEliminarchiii..
ResponderEliminarBonito. As coisas bonitas que a gente esquece.
às vezes a memoria é selectiva de mais...
Obrigada
Beijinhos
A "Era uma vez o Espaço" é a origem.. a "Era uma vez o corpo humano" é que faz parte da família :P
ResponderEliminarVamos lá ver se nos entendemos.. as personagens eram rijas é "No Espaço", saem mt mais amolecidas (vulgo, rotas :P) na do corpo humano :P